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27/08/2008 11:44 Acessibilidade interrompida na orla
Jornal do Brasil, 27/08/2008:
Acessibilidade interrompida na orla
Rua modelo para deficientes em Copacabana leva até a praia, onde faltam banheiros adaptados
Carolina Bellei
Desde dezembro, a Rua Rodolfo Dantas, em Copacabana, está em obras para se tornar a primeira via do Brasil a ser modelo de acesso para deficientes físicos. O projeto da Rio Urbe, com previsão de conclusão para setembro, vai adaptar a via para que haja segurança e conforto para os portadores de necessidades especiais, com sinais sonoros, rampas de acesso, sinalização em braile, pisos de alerta. Um investimento de mais de R$ 743 mil, que vai levar os deficientes da Estação Arcoverde do metrô até a praia, e ainda há previsão de uma esteira de bambu do calçadão à areia. Mas surpreendentemente os banheiros dos quiosques que ficam em frente a rua modelo não terão acesso especial para as pessoas com deficiência, apenas escadas.
Os quiosques adaptados mais próximos ficam na altura da Rua Princesa Isabel e na Rua Paula Freitas, onde há plataformas de acesso para os banheiros subterrâneos.
– Não estamos falando de adequação, o que muitas vezes é mais difícil. Os quiosques são um projeto recente da prefeitura – reclama Horácio Magalhães, presidente da Sociedade dos Amigos de Copacabana. – Não dá para entender como os quiosques que ficam em frente a uma rua que será modelo não sejam adaptados.
De acordo com a Orla Rio – concessionária que opera os quiosques do Rio – o contrato assinado com a prefeitura exige que haja banheiros com acesso para deficientes apenas a cada quilômetro, e a empresa está cumprindo a exigência. Mas não há referência específica à Rua Rodolfo Dantas. A assessoria ainda informou que mais dois quiosques em Copacabana ganharão plataforma de acesso na altura das ruas Constante Ramos e Francisco Sá.
Banheiro a 700 metros
A Secretaria Municipal de Pessoas com Deficiência esclarece que o projeto de renovação dos quiosques da orla carioca é anterior ao da rua modelo de acessibilidade e que por isso os projetos não se complementam. Mas de acordo com o gabinete da secretaria, a medida que a rota começar a ser usada, os frequentadores serão informados sobre os banheiros mais próximos, que não ficam em quiosques. O mais perto da Rodolfo Dantas é a cerca de 700 metros, no Posto 2.
Os argumentos não convencem a advogada Mariana Vaz, que mora com a mãe cadeirante em Copacabana.
– Por lei, todo mobiliário público tem que garantir a acessibilidade aos deficientes físicos – lembra a advogada, que completa. – Parece que no Brasil todos os projetos ficam pela metade. Como pensar em uma rua modelo se os estabelecimentos ao redor, com licença concedida pela Prefeitura, não estão adaptados para receber os deficientes físicos?
Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)
27/08/2008 09:02 O pior é vencer sem convicções
O Globo, 27/08/2008:
- Nossos políticos, conforme as pesquisas, passam a afinar seu discurso pelo que o eleitor médio quer, o que vai pasteurizando as eleições. Esse recuo faz muito mal à democracia - disse o professor de História contemporânea da Universidade Federal Fluminense Daniel Aarão Reis. - O Gabeira deveria assumir com mais agressividade sua posição. Podia se arriscar mais, como se arriscou quando jovem. Se perder, fica com suas convicções. O pior é vencer sem elas.
Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)
25/08/2008 14:48 II Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência - RJ
Tema:
INCLUSÃO, PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO - UM NOVO JEITO DE AVANÇAR
Data:
27, 28 e 29 de agosto de 2008
Local:
RIO OTHON PALACE, Avenida Atlântica, 3264, Copacabana - Rio de Janeiro/RJ
Justificativa:
Em consonância com as indicações da portaria nº 311 de 14 de maio de 2008, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, que no uso de suas atribuições legais, e em conformidade com a Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, e tendo em vista a edição do Decreto de 29 de abril de 2008, que dispõe sobre a II Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, resolve, em seus artigos 1° e 2°, respectivamente, aprovar a proposta de Regimento Interno da II Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência e preparar-se para a realização da II Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência que será coordenada pelos órgãos da estrutura da Secretaria Especial dos Direitos Humanos – SEDH/PR, Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência – CONADE, em articulação com a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência – CORDE, o Conselho Estadual para a Política de Integração da Pessoa Portadora de Deficiência – CEPDE/RJ realizará na data supracitada sua II CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIENCIA DO RIO DE JANEIRO /RJ.
Programação:
(Clique aqui para conhecer a programação no site da Conferência)
Hospedagem e Acesso:
(Clique aqui para conhecer os detalhes no site da Conferência)
Fonte: Conselho Estadual para a Política de Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - CEPDE
Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)
25/08/2008 07:50 Rio faz vibrante e representativa conferência
Cerca de 200 pessoas participaram da Conferência Regional / Cidade do Rio de Janeiro, ontem (24/08) na sede do CEDIM. Mesmo sem apoio da municipalidade, como todas as outras conferências já realizadas, a COE-RJ conseguiu organizar uma vibrante conferência com alta participação popular. Mais de 80 organizações da sociedade civil compareceram e o Rio enviará à Conferência Estadual em setembro cerca de 85 delegados, entre participantes e membros das organizações que compõe a COE, sediadas na cidade.
Fonte: Blog da II Conferência Estadual de Direitos Humanos
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II Conferência Carioca de Direitos Humanos - 24/08/2008
Neste domingo, mais de 80 movimentos organizados da Sociedade Civil se inscreveram oficialmente para participar da II Conferência Regional, que contou com a presença de aproxidamente 200 pessoas.
Como representantes de pessoas com deficiência, participaram dos GTs a REDE INCLUSIVA, a ABRASPP e a APABB/RJ. Juntos marcamos uma posição importante na afirmação dos nossos direitos com propostas para a inclusão das pessoas com deficiência em todos os eixos temáticos em que participamos e, depois, através dos destaques, acrescentando a nossa visão de inclusão e acessibilidade na plenária final.
Nossa participação vem acontecendo também dentro da COE - Comissão Organizadora Estadual da II CEDH, através da atuação da REDE INCLUSIVA no sentido de promover a acessibilidade e dar visibilidade às pessoas com deficiência junto aos movimentos que lutam pelos direitos humanos, bem como junto à Secretaria de Direitos Humanos e Assistência Social do Estado.
Como participação, destaco não apenas as plenárias mas o nosso empenho durante este processo em transmitir a todas as ONGs, Associações, Redes e participantes as nossas demandas e, com isso, ter os nossos direitos também defendidos por movimentos que não estão diretamente ligados à causa da pessoa com deficiência.
Vamos adiante rumo à II Conferência Estadual dos Direitos Humanos, que será realizada na UERJ nos dias 12,13 e 14 de setembro.
Claudia Grabois
COE - Comissão Organizadora Estadual II CEDH/RJ
REDE INCLUSIVA / FIERJ
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24/08/2008 03:39 REDE INCLUSIVA
As duas últimas décadas foram marcadas pela atuação de movimentos sociais organizados e lutando por direitos dentro de espaços de livre expressão em nosso país. Se ainda não temos a democracia que queremos, temos a que conseguimos construir, e ainda estamos a construir passo a passo, depois dos terríveis anos da ditadura militar que oprimiu, torturou e assassinou milhares de brasileiros e brasileiras.
Passados quase trinta anos, embora tenhamos avançado em muitas questões e aberto o leque da defesa dos direitos humanos, o que inclui nossa relação com o meio ambiente, podemos dizer que, enquanto vivemos este momento ímpar de conquistas de direitos, apesar de ainda às voltas com questões relacionadas à ditadura, como a punição dos torturadores, ao mesmo tempo vivemos também um momento ímpar em matéria de desrespeito à cidadania.
A Constituição de 1988 abriu espaço para o Estado de Direito e, a partir de então, tivemos uma profusão de estatutos e garantias constitucionais para crianças, jovens, mulheres, idosos, negros, populações indígenas, pessoas com deficiência e todos os demais grupos vulneráveis e de risco, majoritários ou minoritários.
A despeito disso, diariamente nos deparamos com uma violência crescente, em todas as regiões do Brasil, que atinge principalmente os chamados grupos vulneráveis, vítimas de discriminações no seu cotidiano, excluídos e segregados por atos de violência física ou de atitudes e expressões geradoras e mantenedoras deste status quo.
Cabe à sociedade apoiar a luta dos excluídos pelo empoderamento e se fazer parte dele em todos os segmentos, pois se todos somos protagonistas, nos cabe promover estas mudanças e, através do uso adequado das leis, nos afirmarmos como uma nação mais justa, com tod@s juntos - brancos e negros, LGBT, pessoas com deficiência, jovens e idosos, morro e asfalto, populações de rua, campesinos, populações indígenas e ribeirinhas.
É nosso dever tomar a dianteira e lutar pelos direitos humanos de todas as pessoas, sem exceções, para que nossos jovens não morram assassinados, nossas crianças não sejam vítimas da incompetência do Estado e da sociedade ao não garantirem a todos os cidadãos e cidadãs uma vida digna e dentro dos princípios constitucionais e de todos os estatutos, leis e convenções que regem nosso país. É nosso dever apoiar a inserção de 25.000.000 de pessoas com deficiência, a maioria delas vivendo na pobreza, excluídas e segregadas.
É obrigação do governo e da sociedade civil organizada combater toda e qualquer forma de discriminação e preconceito contra religiões, etnias, grupos minoritários e majoritários, assim como se unir na construção diária da democracia e da cidadania, na construção de um país humanizado e que contemple a todos e a todas em suas necessidades.
Esta é a sociedade que queremos. Que seja inclusiva e acessível de forma Ampla, Geral e Irrestrita.
Rede Inclusiva, 24 de agosto de 2008.
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23/08/2008 17:32 Mudou tudo: Conferência do Rio será no CEDIM
A COE-RJ decidiu mudar o local da Conferência Regional de Direitos Humanos / Cidade do Rio de Janeiro, que seria realizada no próximo domingo na UERJ. O evento agora está agendado para o CEDIM - Conselho Estadual dos Direitos da Mulher - Rua Camerino 51, no Centro. A mudança foi motivada por problemas de infraestrutura. A programação permanece a mesma, com a presença da Secretária de Assistência Social e Direitos Humanos Benedita da Silva.
Fonte: Blog da II Conferência Estadual de Direitos Humanos
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23/08/2008 17:00 Rio de Janeiro x Suécia
Vejam abaixo que bacana o e-mail que recebi no Clube de Comunicação. Bem que o Rio de Janeiro podia virar uma Suécia…
—– Original Message —–
From: gustavosirelli
To: Clube_Comunicacao@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, August 22, 2008 11:47 AM
Subject: Re: [Clube_Comunicacao] Brincadeira tem hora
Bom dia Andrei. Coincidência ou não, olha a mensagem que recebi de um amigo (Alfeu Morais) que está dando umas bandas pela Suécia:
“Andei por quase 5 km pelo centro da cidade, pelo cais, pelos parques empurrando a Leila na cadeira de rodas, todas as calçadas tinham uma faixa mais lisa e todos os cruzamentos tinham rampa ou o meio-fio era rebaixado e todos, eu disse TODOS, os ônibus têm na parte central uma porta dupla para entrada da cadeira e tem mais, quando param, a suspensão rebaixa ao nível do meio-fio. Assim é fácil.”
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22/08/2008 11:57 Homenagem furada
O Globo Online, Ancelmo.com, 22/08/2008:
ASSIM NÃO DÁ
Homenagem furada
Anteontem, o governo do estado e a Faperj realizaram a cerimônia de entrega do termo de outorga do projeto “Construindo a Cidadania da Pessoa com Deficiência”, no segundo andar do Palácio Guanabara.
E daí? Daí que não existe acesso para deficientes físicos ao lugar. Ainda é, em pleno século XXI, como no tempo da Princesa Isabel, que morava lá no império. Não teve jeito - os cadeirantes que fizeram questão de ir tiveram de ser carregados no colo, a maior humilhação para eles.
E ainda fazem homenagem. É muito escárnio!
* Fonte: Blog de Ancelmo Gois
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22/08/2008 08:09 Conferência Carioca de Direitos Humanos - Participe!
Pessoal,
A participação de pessoas com deficiência e movimentos e entidades que defendem os seus direitos é de extrema importância para a afirmação desses direitos junto a outros segmentos da sociedade, que se farão presentes na Conferência Municipal e, posteriormente, na Conferência Estadual de Direitos Humanos.
A Conferência do Município do Rio de Janeiro será na UERJ, domingo, dia 24/8, de 8h às 18h, e as inscrições serão feitas no local.
Para maiores informações, acessem o blog oficial:
http://conferenciarj.wordpress.com
Estou também à disposição para outras informações.
Claudia Grabois (claudiagrabois@hotmail.com)
COE - Mobilização - REDE INCLUSIVA / FIERJ
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21/08/2008 03:02 Brincadeira tem hora
ANDREI BASTOS
Diz o ditado que não basta à mulher de César ser honesta. Ela tem que parecer honesta. Em outras palavras, ao menos para mim, entendo que devo me esforçar para ser coerente com minhas convicções em todas as atitudes, em público ou reservadamente.
Ontem fui convidado por uma amiga cadeirante para acompanhá-la na “cerimônia de entrega dos termos de outorga da Faperj” para o projeto Construindo a Cidadania da Pessoa com Deficiência, no Palácio Guanabara, com a presença do governador, do secretário estadual de Ciência e Tecnologia e outras tantas pessoas importantes. Em outras palavras, era um oba-oba para repercutir a liberação magnânima de dinheiro público para pesquisas na área das deficiências, o que considero apenas uma obrigação do Estado, muito insuficiente, diga-se de passagem.
Como nunca é demais repetir, da mesma forma que não sou da milícia, do tráfico, do bicho ou de qualquer esfera de governo, também não integro nenhuma instituição beneficiada pelos “termos de outorga” citados acima. Eu sou apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco, uma pessoa com deficiência sem rabo preso, e não devo satisfação ou obediência a ninguém. Só à minha consciência.
Quando cheguei com minha consciência na porta do Palácio, fui informado que a solenidade aconteceria no segundo andar e que o único acesso era a escadaria que me foi apontada. Surpreso, perguntei se existia elevador e me foi dito com muita gentileza que não, mas que eu poderia ser carregado pelos seguranças. Com igual gentileza agradeci a oferta, delicadamente informei da minha surpresa por um evento relacionado à pessoa com deficiência ser realizado num lugar inacessível no próprio palácio do governo, que deveria ser o primeiro a cumprir a lei, e conclui dizendo, também delicadamente, que não aceitava ser carregado e que permaneceria ao pé da escada, em protesto, durante todo o tempo da cerimônia. Eles compreenderam e civilizadamente me ofereceram uma cadeira.
Contando aqui o que aconteceu, eu não pretendo julgar ninguém. Meu objetivo é somente relatar os fatos, responder às interpelações que me foram feitas e não deixar dúvidas sobre o meu comportamento.
Começando pelo fim, da cerimônia, bem entendido, encontrei um amigo que me conhece há 40 anos, o doce e bem-humorado Silvio Tendler, que disse que meu protesto teria sido mais eficaz se eu tivesse aceitado ser carregado e, durante o evento, tivesse tomado a palavra e dito em tom de brincadeira: “Governador, já está na hora de colocar um elevador!”. Sorrindo, pois meu protesto não era mal-humorado, discordei do meu amigo. Brincadeira tem hora, e aquela não era hora de brincadeira.
Bem antes do encontro com o Silvio, quando as pessoas ainda estavam chegando, me foi dito que aquele não era um momento apropriado para protestar, pois ali se efetivava uma grande e inédita conquista das pessoas com deficiência do Rio de Janeiro, e que eu deveria subir. Para completar, também me foi dito que eu deveria ir embora no caso de não querer subir por meus próprios meios ou carregado.
Minha consciência, que até então quase adormecia de tão tranqüila, despertou inquieta e sugeriu que eu respondesse, sempre educadamente como mamãe ensinou, que não era minha intenção estragar a festa de ninguém e sim me manifestar, de maneira solitária, silenciosa e calma, sem nenhum espalhafato, pelo que considerava ser um direito meu, que é o da acessibilidade num prédio público, cujo prazo para implementação, determinado pelo Decreto-lei 5.296 de 2 de dezembro de 2004, venceu no dia 3 de junho de 2007.
Quanto a me dizerem pra subir ou cantar pra subir, eu nem levei em consideração, e não levaria mesmo que fosse o próprio Papa o autor de tal despropósito ou que fizessem qualquer tipo de ameaça à minha integridade física. Aí mesmo é que minha consciência não ia me deixar quieto. Afinal, eu perdi uma perna mas não a dignidade e a coragem.
Por último, e como antecipei no começo do texto, a liberação de recursos públicos para pesquisas, na área das deficiências ou não, é uma obrigação do Estado e é pequeno e profundamente constrangedor dar um caráter de solenidade e magnanimidade a eventos dessa natureza, por mais expressivos que sejam os valores envolvidos, e mais desconcertante ainda quando não é este o caso. Além do mais, eu sou intransigente sim em relação aos direitos das pessoas com deficiência, não os negocio em palácios ou onde quer que seja e, diante dos rapapés e salamaleques baratos dessas ocasiões palacianas, acho mais digno pedir esmolas nos sinais de trânsito.
Meu preço é muito alto. Meu preço é o cumprimento da lei.
Andrei Bastos | Deixe sua loucura aqui (0)
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